4-0-3
 
 
Página Inicial  

Pesquisar pelo Site:

Oriente-se
Empresas
Imóveis
Turismo
 
 



 

Os diferenciais do crescimento dos consórcios em seis anos

Consórcios registram crescimento no total de contratos realizados em seis anos

A aquisição de veículos vinculados ao consórcio cresce mais de 60% nos últimos seis anos

Sistema ultrapassa 10% de participação no total de contratos realizados com garantia do bem em 2016



Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os diferenciais positivos constatados em favor dos consórcios devem ser creditados ao crescente conhecimento do consumidor de como gerir suas finanças pessoais, aliado à aplicação dos princípios básicos da educação financeira".

Nos últimos seis anos, enquanto a economia brasileira oscilou entre picos de crescimento e de recessão em suas atividades, o número de contratos para aquisição de veículos com garantia do próprio bem por financiamento, consórcio, leasing e outras formas de crédito, espelhou novo comportamento do consumidor frente aos comprometimentos financeiros de médio e longo prazos.

É comum que, nesses cenários, usos e costumes passem por transformações comportamentais tanto na vida financeira pessoal como na empresarial. E que também determinados mecanismos de créditos sejam mais procurados em alguns momentos, em detrimento de outro.

Como em uma via de duas mãos, financiamentos e consórcios apontaram para sentidos opostos nesse período. Segundo estudos da assessoria econômica da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, baseados em dados da Cetip, enquanto os financiamentos registraram oscilações com mais reduções, ano após ano, os consórcios, conhecidos como autofinanciamentos, assinalaram seguidos crescimentos.

Na série histórica que começa em 2011, na comparação entre os mais de 400 mil contratos firmados incluindo veículos leves licenciados via consórcio em 2016, observou-se uma elevação de 60,1% sobre os 250,4 mil de 2011.


Paralelamente, no mesmo período, os financiamentos tiveram uma retração de 36,4%, na relação entre os 3,344 milhões de contratos no ano passado contra os 5,258 milhões de há seis anos.

O crescimento da participação dos consórcios sobre os totais de contratos de veículos leves financiados de 2011 a 2016 foi de 6,2 pontos porcentuais. A presença de 4,5% em 2011 saltou para 10,7% sobre os resultados do ano passado.


Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os diferenciais positivos constatados em favor dos consórcios devem ser creditados ao crescente conhecimento do consumidor de como gerir suas finanças pessoais, aliado à aplicação dos princípios básicos da educação financeira. Em momento de dificuldade, como a crise vivida de dois ou três anos para cá, houve uma reavaliação de conceitos de gastos ou investimentos diante das receitas. Ao colocar em prática aquilo que acreditam ser o melhor, muitos consumidores têm adquirido mais veículos novos ou seminovos pelo consórcio".

Diferenças regionais

O comportamento dos mercados diferiu de região para região no país. De 2011 para 2016, o maior volume de contratos com veículos leves vinculados ao consórcio esteve no Sudeste com 875,5 mil. Na sequência vieram o Nordeste com 452,5 mil; Sul com 394,3 mil; Centro-Oeste com 239,3 mil e Norte com 111,7 mil. No período, o total somou 2.073,3 mil contratos.


As participações das regiões sobre o total também variaram. Enquanto, durante os seis anos, o Sudeste liderou com 42,2%, o Nordeste e o Sul, estiveram bastante próximos com 21,8% e 19,1%, respectivamente. Depois vieram Centro-Oeste e Norte, com 11,5% e 5,4% na sequência.

Balanço

Depois de um ano marcado por retrações em diversas atividades econômicas, o Sistema de Consórcios fechou o ano com situações distintas nos dois semestres. Ao contabilizar resultados em patamar abaixo dos níveis de 2015, notou-se trajetória diversa dos consumidores quanto às adesões. No segundo semestre, foram comercializadas 1,27 milhão de novas cotas, 24,5% mais do que nos seis primeiros meses, que somaram 1,02 milhão.

Com o acumulado das vendas no ano ficando 5% inferior ao de 2015, com queda de 2,40 milhões para 2,28 milhões, o Sistema praticamente manteve o número de consorciados ativos. Ao registrar 2,7% de retração, o total, que estava há um ano em 7,17 milhões, chegou aos 6,98 milhões em dezembro último.

A somatória das contemplações dos doze meses de 2016 atingiu 1,28 milhão e foi 9,2% menor que as 1,41 milhão, do mesmo período de 2015.

O total de negócios no segmento anotou R$ 83,87 bilhões em créditos comercializados de janeiro a dezembro do ano passado, 6,4% menor que os R$ 89,61 bilhões de 2015. Também nos créditos concedidos, houve queda de 3,7%, reduzindo-se de R$ 40,94 bilhões (jan-dez/2015) para R$ 39,42 bilhões (jan-dez/2016).

28.03.17 15:48

Outras Notícias:  
20.09.17 16:44 São Paulo mantém melhor posição no ranking de...
20.09.17 16:35 Temer diz a investidores que Brasil é um dest...
20.09.17 16:31 Em Nova York, Meirelles diz que recessão acab...
19.09.17 12:50 Em julho, sistema de consórcios bate recorde ...
19.09.17 12:40 Temer defende maior abertura do Brasil ao mun...
19.09.17 12:36 Pesquisa CNT: 3,4% aprovam governo Temer e 75,6% reprovam
18.09.17 11:29 Mercado reduz projeção de inflação para 3,08%...
18.09.17 11:17 Raquel Dodge assume a PGR e diz que ninguém e...
15.09.17 10:34 Planalto diz que Janot faz "marcha irresponsá...
15.09.17 10:30 Janot denuncia Michel Temer por organização c...
 
Anterior [1/1039] Próximo
Copyright © Vida Econômica - É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização.
Power by Sistema agencianaweb.com.br