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Consórcios tem alta de 8,5% nas adesões e crescimento de quase 22% dos negócios no primeiro bimestre

Saque do FGTS pode ser início de um futuro melhor por meio do consórcio


"Ao observarmos os expressivos percentuais e considerando que ainda vivemos um momento de dificuldade econômica, ficamos esperançosos com relação aos meses futuros”, disse Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

O fechamento do primeiro bimestre do ano assinalou forte crescimento do Sistema de Consórcios. Com avanço de 8,5% nas adesões nos diversos setores e de 21,9% nos negócios, a modalidade tem se mostrado alternativa para quem deseja adquirir bens ou contratar serviços mesmo em momentos de dificuldades da economia, inclusive com o elevado número de desempregados.

Apesar de termos um dia útil a menos neste bimestre (40) em relação ao anterior (41), o mecanismo registrou salto de 327,6 mil (jan-fev/2016) nas vendas de novas cotas para 355,5 mil (jan-fev/2017). Os correspondentes créditos comercializados subiram de R$ 10,94 bilhões para R$ 13,34 bilhões, no mesmo período.

"O mecanismo tem provado que muitos consumidores, ao gerir suas finanças pessoais com atenção, cuidado e inteligência, apoiados na essência da educação financeira, têm optado pelo consórcio como melhor alternativa para concretizar seus objetivos pessoais, familiares ou empresariais", explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Todavia, mesmo com esses dados positivos, não houve reflexo direto no total de consorciados ativos que, a exemplo do ocorrido em janeiro, repetiu a pequena retração de 2,8% entre o 1º bimestre do ano corrente e o de 2016. O volume apresentou redução de 7,16 milhões (2016) para 6,96 milhões (2017).

Entre os seis setores onde os consórcios estão presentes, cinco marcaram saldos positivos no comparativo anual das adesões. O consórcio de serviços seguiu liderando com alta de 77,1%, na sequência vieram veículos leves com 19,1%; veículos pesados com 16,8%, eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 15,9% e imóveis com 14,5%. Somente o setor de motocicletas apresentou percentual negativo de - 4,1%.

As contemplações no bimestre totalizaram 205,7 mil, sendo 9,7% menos que as 227,8 mil contabilizadas no mesmo período de 2016.Também nos créditos concedidos, houve 1,9% de contração, passando de R$ 6,82 bilhões para R$ 6,69 bilhões.

Pesquisa realizada com 1.169 entrevistados em todo o país, feita pela Boa Vista SCPC, revelou que a maioria (59%) afirmou ter um perfil equilibrado quando questionada sobre os seus hábitos de compra. Outros 28% disseram ter perfil conservador, e 13% informaram ser consumistas.

O levantamento, desenvolvido no período entre 31 de janeiro e 13 de fevereiro, também quis saber em qual situação os entrevistados acreditavam ser mais conservadores. 61% disseram ser mais conservadores em seus hábitos de compra, independente do produto ou serviço, enquanto 39% no uso diário do dinheiro.

"Ao observarmos os expressivos percentuais e considerando que ainda vivemos um momento de dificuldade econômica, ficamos esperançosos com relação aos meses futuros", comenta Rossi. "Não queremos transmitir euforia, mas sim afirmar a certeza que, muitos daqueles que vêm assumindo boas práticas financeiras, estão escolhendo o consórcio. Tomara que tenhamos mais participantes até o final do ano, inclusive como colaboradores importantes na recuperação que o país vem buscando e que todos desejamos", projeta.

Saque do FGTS pode trazer futuro melhor

O saque das contas inativas do FGTS, cujo calendário de liberação está baseado no mês de aniversário do trabalhador, está disponível desde o dia 10 de março.

Fica a dúvida para alguns e a certeza para muitos, do que é possível fazer com este valor inesperado em mãos. A ABAC analisou várias possibilidades do que realizar com esse dinheiro junto à modalidade.

Em razão do alcance da liberação, as importâncias disponibilizadas podem ser usadas em quaisquer consórcios de bens, como imóveis comerciais e residenciais, veículos, motocicletas, eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis ou de serviços como educação, saúde e estética, melhorias residenciais, eventos, entre outros.

Dependendo do montante, uma opção para o participante não contemplado no Sistema é oferecer lance e, se declarado vencedor, de acordo com as regras indicadas em contrato, ter acesso ao crédito. Ao fazer isso, o consorciado poderá reduzir o número de prestações vincendas, quitando da última parcela para a primeira; diminuir o valor do pagamento mensal, pela diluição da importância ofertada; amortizar parcelas a contar pelo próximo pagamento, na ordem direta; ou ainda quitar a cota, também seguindo o estabelecido em contrato.

Para o contemplado, a alternativa é abater parcelas a vencer, antecipar a quitação ou mesmo abreviar o tempo da dívida.

Para os que têm quantias em atraso em suas cotas do consórcio, é possível regularizá-las nos termos do contrato. Para tanto, o consorciado deve checar junto à administradora.

"É possível constatar que, se o saque na conta do FGTS será para muitos a ocasião para saldar dívidas, para outros poderá ser a chance de planejar o futuro. Apenas para exemplificar, o consórcio de imóveis é, com certeza, mecanismo de formação ou ampliação de patrimônio", esclarece Rossi. "Existe também, a partir desse patrimônio, possibilidade de conquistar uma boa aposentadoria com os rendimentos auferidos pela locação".

No caso daqueles que ainda não participam do Sistema de Consórcios e desejam adquirir bem ou contratar serviço, a importância recebida poderá ser o início de uma nova forma de gerir as finanças pessoais, pensando nos próximos anos. "Para tanto, bastará adquirir cota de imóvel, veículo, outro bem ou ainda de serviço para fazer parte da modalidade que representa a essência da educação financeira. Ao substituir o imediatismo do consumo e a compra por impulso pelo planejamento financeiro, o consumidor poderá arcar com parcelas que cabem em seu orçamento mensal e, assim, concretizar as metas desejadas", finaliza Rossi.


17.04.17 17:48

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