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Vendas de consórcios aumentam 4,7% e negócios tem alta de 20,7% no primeiro trimestre

Patrimônio líquido ajustado dos consórcios cresce mais de 65% e ativos aumentam quase 50% em cinco anos


O presidente executivo da Abac avalia os números altamente positivos

No fechamento do primeiro trimestre do ano, o Sistema de Consórcios continuou ampliando suas vendas. Com tíquete médio maior em relação ao mesmo mês do ano passado, subindo de R$ 33,20 mil para R$ 40,20 mil e alta de 21,1%, os negócios contratados registraram aumento de 20,7%, avançando de R$ 16,94 bilhões (jan-mar/2016) para R$ 20,45 bilhões (jan-mar/2017).

A procura por cotas em todos os setores - veículos automotores, imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis - apontou crescimento de 4,7%, saltando de 508,6 mil para 532,5 mil unidades e mostrou que o mecanismo tem sido a melhor alternativa para quem quer adquirir bens ou contratar serviços, apesar das dificuldades econômicas atuais, como o alto índice de desemprego.

"Ao comprovar que a modalidade vem se tornando gradativamente importante fator na gestão das finanças próprias ou individuais, o consórcio contribui para realização de metas pessoais, familiares e, até mesmo, empresariais, apoiado na essência da educação financeira", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Mesmo com indicadores positivos, não houve reflexo no volume de participantes ativos que, a exemplo do já ocorrido em janeiro e fevereiro, repetiu em março uma pequena retração de 2% dos anteriores. O total mostrou retração de 7,11 milhões (2016) para 6,97 milhões (2017).

Na análise dos seis setores nos quais os consórcios estão presentes, cinco marcaram resultados positivos na relação trimestral das adesões. O consórcio de serviços manteve a liderança com alta de 86,9%; na sequência vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 23%; veículos leves com 16,1%; imóveis com 12% e veículos pesados com 8%. Apenas o setor de motocicletas teve percentual negativo de - 9,2%.


As contemplações no trimestre totalizaram 302,7 mil, sendo 14% inferiores que as 351,8 mil computadas nos mesmos três meses de 2016. Também nos créditos concedidos houve 8,6% de redução, baixando de R$ 10,52 bilhões para R$ 9,62 bilhões.

Crescimento no trimestre

A média mensal das vendas de novas cotas nos três primeiros meses esteve em 177,5 mil, sendo 4,7% maior que a de 169,5 mil do ano passado. Análise paralela revelou que tanto o tíquete médio como os créditos comercializados mensais apresentaram crescimento de janeiro a março deste ano em relação ao mesmo período de 2016.


Ao saltar de R$ 36,8 mil (jan/2016) para R$ 40,2 mil (mar/2017), o tíquete médio do primeiro trimestre deste ano apontou contínua evolução, registrando alta de 9,2%. Em contrapartida, no ano passado, houve estabilidade com viés de baixa, quando a média se fixou em R$ 33,3 mil.


Já os créditos comercializados, nos mesmos períodos relacionados, mostraram avanço de R$ 6,47 bilhões (jan/2017) até R$ 7,11 bilhões (mar/2017), com alta de 9,9%, enquanto um ano antes foram de R$ 5,67 bilhões a R$ 6 bilhões, também com alta de 5,8%.



Sinais de recuperação da economia

Com a economia apresentando, ainda que timidamente, evoluções setoriais positivas como a inadimplência das empresas caindo 0,3% ou o aumento do movimento do comércio em 2,5% em março, segundo informações da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), as expectativas são animadoras pois se tratam de situações resultantes do maior equilíbrio financeiro do perfil do consumidor.

"Quando vislumbramos um cenário que nos remete para um entusiasmo, ainda comedido, que não tínhamos há poucos meses, acreditamos que poderemos voltar a patamar mais alto, gradualmente, pois o consumidor vem assumindo boas práticas financeiras quando, por exemplo, opta pelo consórcio para suas realizações", diz Rossi. "Cientes do elevado número de desempregados, acreditamos na reversão dessa tendência o que possibilitaria mais pessoas empregadas com mais consorciados ao longo do ano, inclusive como parte da recuperação econômica do país", completa.

Patrimônio Líquido Ajustado cresce mais de 65% em cinco anos

Nos últimos cinco anos, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 65,7% no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), soma do capital mais reservas, das administradoras de consórcios. Segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, a evolução partiu de R$ 5,80 bilhões em dezembro de 2012 atingindo R$ 9,61 bilhões no final de 2016, em valores correntes anuais.

Na comparação dos resultados do PLA de 2016 versus 2015, houve alta de 21,2%, resultado do avanço de R$ 7,93 bilhões para R$ 9,61 bilhões.


Paralelamente, os Ativos Administrados (AA) dos grupos de consórcios em andamento, soma dos recebíveis e das disponibilidades e aplicações financeiras, mostraram avanço de 49,6% no mesmo período. De R$ 123 bilhões no final de 2012 chegou aos R$ 184 bilhões em dezembro do ano passado, em valores correntes à época.

Também o balanço dessas contas dos consórcios, fechado no final do ano passado, apresentou valores superiores aos alcançados em 2015. No total de R$ 184 bilhões houve evolução de 5,8% sobre os R$ 174 bilhões registrados anteriormente.

Para Rossi, "o crescimento dos indicadores evidencia segurança e liquidez da modalidade, mesmo atravessando períodos de turbulência na economia nacional, o que expressa a confiança do consumidor no Sistema, ano após ano".

A arrecadação de tributos e as contribuições sociais pelas administradoras de consórcios acompanharam o crescimento das atividades consorciais, assinalando mais 14% na comparação entre 2016 sobre 2015. No ano passado, o volume atingiu R$ 2,45 bilhões contra R$ 2,15 bilhões de um ano antes.


15.05.17 19:20

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