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Como explicar o ritmo de alta na venda dos consórcios

Pelo quinto mês consecutivo as vendas crescem

Vendas crescem 7,8% e negócios aumentam quase 25%

Mais de 100% de crescimento no setor de serviços


Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC explica que “o ritmo de alta ocorrido nas vendas confirma que a modalidade é a preferida daqueles que, conscientes da essência da educação financeira planejam objetivos pessoais, familiares e empresariais”.

De janeiro a maio, o acumulado de vendas de consórcios chegou a 912,5 mil, ao crescer 7,8% sobre o total do mesmo período do ano passado, quando atingiu 846,3 mil. Os negócios acompanharam a alta e ultrapassaram os R$ 36,30 bilhões, registrando aumento de 24,7% sobre os R$ 29,11 bilhões de 2016. O tíquete médio de R$ 40,7 mil em maio, um dos fatores da evolução dos negócios no mês, foi 10,6% superior aos R$ 36,8 mil contabilizado no quinto mês de 2016.

A exemplo dos quatro primeiros meses deste ano, as adesões em maio voltaram a apresentar crescimento em cinco dos seis setores - veículos automotores leves e pesados, imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis - com destaque para serviços, que manteve a liderança, com alta de 113,6%. Na sequência vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 28,4%; veículos leves com 19%; imóveis com 12,7% e veículos pesados com 11,5%. Somente o setor de motocicletas manteve percentual negativo de - 6,1%.

"O ritmo de alta ocorrido nas vendas confirma que a modalidade é a preferida daqueles que, conscientes da essência da educação financeira, planejam objetivos pessoais, familiares e empresariais, considerando características como menor custo, prazos mais longos e parcelas acessíveis, compatíveis aos orçamentos mensais. Por ser importante fator nesse contexto, o consórcio contribui na gestão das finanças pessoais e na consequente formação da cidadania financeira do consumidor", explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.


Mesmo com os significativos saldos positivos apontados nos diversos indicadores, não houve assimilação da tendência no total de consorciados ativos que, como já acontecido em meses anteriores, voltou a se retrair, desta vez em 1,9%. O volume atingiu 6,93 milhões (2017) contra 7,06 milhões (2016) de participantes.

As contemplações nos cinco primeiros meses do ano somaram 503 mil, 12% inferior às 571,8 mil do mesmo período do último ano. Também nos correspondentes créditos concedidos houve 6,5% de retração, baixando de R$ 17,11 bilhões para R$ 16 bilhões.

82% de participantes planejaram a adesão em 2017

Entre janeiro e maio, a gradativa mudança registrada em vários indicadores de comportamento da economia gerou expectativa positiva para os próximos meses, apesar da persistência do desemprego.

As turbulências ocorridas ao longo dos últimos anos provocaram mudanças nas atitudes e nas decisões das famílias. Contudo, a queda constante da inflação e a divulgação das metas para os próximos anos permite vislumbrar uma recuperação nos vários setores da economia.

No setor industrial, por exemplo, as disposições recentes nas estratégias nacionais de ciência têm focado nas atividades de inovação, essenciais para a reativação da dinâmica empresarial e para o crescimento da produtividade, segundo o Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial IEDI.

"O cenário econômico tem sinalizado perspectivas positivas, apesar do quadro político permanecer instável e poder influenciar retroativamente os negócios. Mês após mês, desde janeiro, os diversos indicadores econômicos têm apontado para reversão de tendência, fatos que nos permitem crer na ampliação das vendas de novas cotas de consórcios para pessoas físicas e jurídicas", afirma o presidente executivo da ABAC. "Há sempre a confiança que o consumidor, ao sentir as mudanças, possa optar por planejar seus objetivos via consórcio. Aliás, recente pesquisa da Quorum Brasil feita a pedido da ABAC, mostrou que em 2017 houve 82% de participantes que planejaram a adesão ao mecanismo, um aumento de 15 pontos percentuais sobre o ano anterior, quando foram 67%", completa Rossi.

Indicadores seguem em alta

Os negócios com vendas de novas cotas apontaram média mensal de 182,5 mil nos cinco primeiros meses, sendo 7,8% superior à de 169,3 mil ocorrida no mesmo período do ano passado, demonstrando sequência na confiança e na credibilidade neste sistema de autofinanciamento consolidado no país. Avaliação paralela revelou também que tanto o tíquete médio como os créditos comercializados mensais apresentaram crescimento de maio sobre janeiro deste ano em relação a 2016.
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O tíquete médio de maio atingiu R$ 40,7 mil, 10,6% maior que os R$ 36,8 mil de janeiro último. A diferença positiva foi de R$ 3,9 mil acima do obtido um ano antes. Em 2016, o crescimento da média anotou alta menor de 9,5%, ao saltar de R$ 33,6 mil para R$ 36,8 mil.
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Os créditos comercializados, nos períodos já mencionados, mostraram avanço de R$ 6,47 bilhões para R$ 7,53 bilhões, com alta de 16,4%, enquanto doze meses antes subiram de R$ 5,67 bilhões para R$ 6,09 bilhões, também com alta de 7,4%.
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17.07.17 17:42

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