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O efeito das reduções da Selic de outubro de 2016 a abril de 2018 nos juros cobrados ao consumidor

Juros continuam extremamente elevados


Estudo do nosso âncora e consultor Miguel Ribeiro de Oliveira demonstra por que ninguém sentiu bolso as reduções da Selic (Taxa Básica de Juros)

Redução de R$0,47 centavos na utilização de R$1.000,00 no cheque especial durante vinte dias

Apesar das sucessivas reduções da taxa Selic, que caiu de 14,25% em outubro de 2016 para 6,5% em abril de 2018, o efeito nos juros das principais linhas de crédito ao consumidor foi muito pequeno. Esse fato ocorre porque a diferença entre a taxa Selic e os juros cobrados ao consumidor é de mais de 1800%.

É o que demonstra o estudo do nosso âncora Miguel Ribeiro de Oliveira, que examinou o comportamento das Taxas de Juros das Operações de Crédito, considerando todas as reduções da Taxa Básica de Juros (SELIC) promovidas pelo Banco Central no período de outubro de 2016 a abril de 2018.

Ninguém sentiu no bolso as reduções da Selic (Taxa Básica de Juros). Nos gráficos, confira os resultados dos cálculos que mostram como os juros cobrados ao consumidor continuam extremamente elevados.







Para receber o estudo completo do nosso âncora e consultor Miguel Ribeiro de Oliveira ou tirar suas dúvidas, envie sua solicitação para ideia@vidaeconomica.com.br





23.05.18 00:21

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