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Petrobras recupera US$ 300 bilhões em valor de mercado, diz presidente




Valorização ocorreu após acordo fechado com autoridades dos EUA

O presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, comemorou a alta nas ações da estatal

O presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, disse ontem (27), que a estatal recuperou R$ 300 bilhões em valor de mercado, após uma alta de 6,29% nas ações da empresa na BM&F Bovespa nesta quinta-feira. “Quando lá chegamos [a Petrobras] valia R$ 60 bilhões”, disse.

Monteiro explicou que a alta nas ações da companhia é decorrência do acordo fechado pela estatal com autoridades dos Estados Unidos para encerrar as investigações naquele país sobre os prejuízos causados a investidores em função de desvios cometidos na empresa conforme apontou a Operação Lava Jato.

A estatal foi acusada de violar leis norte-americanas ao fazer manobras de registros contábeis e demonstrações financeiras que resultariam em pagamento de propinas a diretores, políticos e partidos no Brasil.

As declarações foram feitas durante o encerramento do Rio Oil & Gas 2018, no RioCentro. Se dirigindo ao presidente Michel Temer, que participou do evento , Monteiro pediu licença para quebrar o protocolo e ver no celular que o mercado já estava fechado e dar a confirmação da alta.

Entrevista com o presidente da Petrobras, Ivan Monteiro após encontro com o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Procedimentos

Segundo Monteiro, o acordo assinado nos EUA reconhece as ações do programa de conformidade, controles internos e procedimentos contra a corrupção que foram adotados pela Petrobras após as denúncias.

O executivo disse que a estatal retomou a sua capacidade de investir. “Presidente, não temos mais sofrência na Petrobras. A crise acabou”.

Monteiro disse que a Petrobras está finalizando estudos para a continuidade de investimentos no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que, para ele, é um importante empreendimento para aumentar a capacidade de refino no Brasil.

Recuperação da economia do Rio

O governador Luiz Fernando Pezão comemorou a recuperação do setor de óleo e gás e o momento de transformação do país e do estado do Rio. Na visão dele, a crise mostrou que a economia fluminense precisa se diversificar para não ficar tão dependente do petróleo, mas ponderou que o setor vai permanecer com intensa participação nas atividades econômicas do estado.

Segundo Pezão, em período recente, três setores economicamente importantes para o estado caíram dramaticamente. Além de sofrer os impactos da queda nos últimos anos dos preços do petróleo no mercado internacional, o Rio de Janeiro sentiu o declínio dos polos automotivo e siderúrgico. “Foi uma tempestade perfeita que atravessamos”, disse.

Pezão disse que, faltando três meses para o fim do seu mandato, pode dizer que deixará o legado de ter recolocado o estado no caminho do equilíbrio fiscal e financeiro. “Com um ano de vigência desse plano, sairmos de 72% de comprometimento da folha de pagamento com a receita, de atingirmos, agora em setembro, um ano depois do plano de recuperação, 46%. Reduzimos 26 pontos percentuais, reduzindo cargos, cortando despesas. Voltamos ao custeio de 2009”.

Cristina Indio do Brasil
da Agência do Brasil

Mais

Petrobras vai pagar US$ 853 milhões aos EUA para terminar investigação

A Petrobras vai pagar US$ 853 milhões a autoridades dos Estados Unidos como penalidade pela atuação irregular de ex-diretores e ex-executivos da companhia no mercado acionário norte-americano entre os anos de 2003 e 2012. O acordo que será assinado ontem (27) com o Departamento de Justiça e a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos encerra as investigações contra a estatal no país.

De acordo com o Ministério Público Federal, 80% do valor dessas penalidades (US$ 682,4 milhões) serão destinados a um fundo criado para financiar programas sociais no Brasil e medidas de combate à corrupção. Parte desse dinheiro também poderá ser usada para ressarcir investidores brasileiros.

A estatal é acusada de violar as leis norte-americanas com a manobra de registros contábeis e demonstrações financeiras para facilitar o pagamento de propinas a políticos e partidos no Brasil. A Petrobras se comprometeu ainda a assinar um termo reconhecendo a falha intencional de executivos da empresa no esquema de corrupção revelado pela operação Lava Jato.

28.09.18 10:41

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