4-0-3
 
 
Página Inicial  

Pesquisar pelo Site:

Oriente-se
Empresas
Imóveis
Turismo
 
 



 

Consórcios crescem 7% em sete meses e atinge quase R$60 bilhões de negócios


“O Sistema de Consórcios anotou o segundo melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, inclusive com recorde anual das adesões do setor de motocicletas. Depreende-se um consumidor mais bem informado, com conhecimento sobre a modalidade e, especialmente, considerando os conceitos da educação financeira,” diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

No sétimo mês do ano, o Sistema de Consórcios apresentou resultados positivos nos diversos setores onde está presente, em continuidade ao conquistado no primeiro semestre. Os negócios realizados registraram R$ 57,08 bilhões em contratos comercializados, 7% acima dos R$ 53,33 bilhões do ano passado, decorrentes das vendas que acumularam 1,43 milhão de adesões de janeiro a julho. Na comparação com o mesmo período de 2017, o crescimento foi significativo: foram registrados 10% de alta entre o total de novas cotas comercializadas neste ano contra as 1,30 milhão anteriores.

A soma de cotas nesses sete meses é mais uma vez o maior volume quando comparada aos acumulados no mesmo período, desde 2014. O destaque em julho foi a entrada de 213,9 mil novos consorciados, a segunda maior do ano, incluindo-se o recorde anual do setor de motocicletas, com 86 mil adesões.


O tíquete médio em julho último foi de R$ 41,1 mil, 11,6% inferior aos R$ 46,5 mil anotados no mesmo mês do ano passado. Em relação a janeiro de 2018, houve aumento de 6,8% sobre os R$ 38,5 mil.

Com 147 dias úteis nos sete primeiros meses, um a mais que os trabalhados há um ano, a média diária das adesões atingiu 9,7 mil, 9% mais que as 8,9 mil anteriores. Só em julho, quando foram comercializadas 9,7 mil cotas/dia, o aumento foi de 1% sobre as 9,6 mil/dia e


Em julho, o total de consorciados ativos alcançou 7,034 milhões, 2% maior que os 6,896 milhões do mesmo mês de 2017. O crescimento tem sido constante e permanente nos últimos dez meses: enquanto em outubro último eram 6,860 milhões, atualmente são 7,034 milhões, 2,5% superior.


O acumulado de contemplações de janeiro a julho deste ano foi de 694,1 mil, 1,9% abaixo das 707,5 mil (jan-jul/2017) anteriores. Os créditos concedidos correspondentes a esses contemplados, cujo valor pode ter sido potencialmente injetado nos diversos segmentos da economia nacional onde o mecanismo está presente, assinalaram aumento de 3,8%. Enquanto em 2017 totalizaram R$ 22,58 bilhões (jan-jul), neste ano chegaram a R$ 23,45 bilhões (jan-jul), comprovando a importância da modalidade como impulso à cadeia produtiva.


Apesar da crise, consórcio segue crescendo

Ao avaliarmos o comportamento da economia brasileira, houve mais desafios que soluções, reafirmando a necessidade de rápidas decisões com vistas a alavancar a efetiva retomada do crescimento do país. Em seu informativo, o Banco Central do Brasil apresentou crescimento de 0,57% nas atividades econômicas de julho em relação ao mês anterior e 1,46% em comparação ao mesmo do ano passado.

Ao demonstrar um progresso lento e sem aceleração, o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial comentou que, devido aos efeitos integrados estabelecidos com os demais setores, a indústria tem sido capaz de influenciar sua performance para o conjunto da economia. Assim, quando a indústria cresce, o PIB tende a avançar e, quando a indústria recua, o PIB patina. Nos três meses iniciais de 2018, depois de não ter avançado quase nada no período (+0,1%), o PIB da Indústria Total voltou ao terreno negativo nos três seguintes: -0,6%. O quadro esteve ainda mais grave na Indústria de Transformação, que já acumula dois trimestres seguidos de retração: -0,4 no primeiro e -0,8% no segundo.


Como consequência, o investimento encontrou dificuldades para reagir de modo consistente, devido aos baixos níveis de utilização da capacidade instalada, às incertezas políticas, às condições de financiamento, e ainda em razão da paralisação dos caminhoneiros no final de maio.

A situação se repetiu no comércio varejista, cujo desempenho em seu conceito ampliado, foi insuficiente: + 2,5% contra anteriores - 5,1%. Isso, contudo, se deveu a apenas dois de seus segmentos: supermercados, alimentos, bebidas e fumo, bem como combustíveis e lubrificantes, que inclusive evitaram que o resultado das vendas reais do varejo restrito saísse do negativo. O mesmo não ocorreu com os serviços, cujo faturamento real havia caído 5,5% e agora cresceu 6,6%.

Paralelamente, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) de julho subiu 0,25%, ficando 1,27 ponto percentual abaixo de junho, quando o índice havia registrado variação de 1,52%. Com o resultado, o indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) acumulou alta de 3,29% no ano e 3,53% nos últimos 12 meses.

Já o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), também da FGV, variou 0,44% em julho, contra 1,48% em junho. Por consequência, o índice acumulou alta de 5,92% no ano e de 8,59% em 12 meses. Em julho de 2017, o índice havia caído 0,30% e acumulava queda de 1,42% em 12 meses.

"Com esse cenário, a atividade econômica seguiu apresentando oscilações", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Todavia, o Sistema de Consórcios, que também vivenciou parcela das consequências, anotou o segundo melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, inclusive com recorde anual das adesões do setor de motocicletas. Depreende-se um consumidor mais bem informado, com conhecimento sobre a modalidade e, especialmente, considerando os conceitos da educação financeira para tomada de decisões em futuros compromissos dentro dos limites dos orçamentos pessoais ou familiares, visando aquisição de bens ou contratação de serviços".

Visando nortear os consumidores sobre uma melhor gestão de suas finanças pessoais, a ABAC disponibiliza para download, em seu sitewww.abac.org.br, a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA", um verdadeiro bê-á-bá da educação financeira, cujo conteúdo está em acordo com as características incentivadas pelo Banco Central em sua agenda BC+.

"Trata-se de uma publicação digital didática, com orientações sobre a importância do controle responsável do orçamento mensal, que possibilitam o consumidor optar, em várias ocasiões, por compromissos financeiros para aquisição de bens ou contratação de serviços pelo consórcio", finaliza Rossi. Ao partir de três questões básicas: "Quanto ganha? Quanto gasta? Em que gasta?", a cartilha discorre sobre o seu Eu financeiro, procurando mostrar e explicar qual é sua real situação, classificando-o como: investidor, equilibrado financeiramente ou endividado.

Pesquisa mostra critérios dos consorciados para adesão

Em pesquisa realizada pela Quorum Brasil, a pedido da ABAC, os consorciados que foram abordados apontaram diversos motivos para escolha do mecanismo, com o objetivo de adquirir bens ou contratar serviços.

Ao atingir média de 8,11 no nível de satisfação, boa nota em relação a outros mercados, e divididos em três grupos de relevância, pode-se observar que, de forma decrescente, o principal atrativo foi a garantia de entrega do bem com 17,4%, seguida do valor da parcela com 14,4%, evidenciando a preocupação do consumidor com o recebimento do bem e a adequação da responsabilidade de pagamento com o orçamento mensal.

Na sequência, foram apontados outros aspectos do critério para adesão, ficando a taxa de administração ou custo do consórcio em penúltimo lugar com 5,7%, confirmando que é, efetivamente baixa, não se tratando de item decisivo para participação no Sistema de Consórcios.

Principais critérios


Mais informações sobre a pesquisa, acesse: http://www.abac.org.br/imprensa/press-releases-detalhe&id=238.

13.10.18 19:55

Outras Notícias:  
19.11.18 10:37 Roberto Castello Branco deve assumir presidên...
19.11.18 10:34 Estimativa do mercado para inflação cai pela ...
16.11.18 19:09 Em reação à nova equipe econômica, dólar cai e Bovespa sobe
16.11.18 19:03 Roberto Campos Neto comandará Banco Central
13.11.18 13:22 Inadimplência atinge 62 milhões de brasileiro...
12.11.18 13:14 86% dos brasileiros pretendem usar o 13º para pagar dívidas
12.11.18 13:03 Mercado reduz de 4,40% para 4,23% estimativa ...
09.11.18 19:29 Produção industrial cresce em oito dos 15 loc...
09.11.18 19:22 Dólar encerra a semana em queda de 0,06%
08.11.18 20:56 Boletos vencidos de todos os tipos serão pago...
 
Anterior [1/1110] Próximo
Copyright © Vida Econômica - É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização.
Power by Sistema agencianaweb.com.br