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Contratos de consórcios ultrapassam R$66 bilhões

Setor de imóveis registra recorde de 25 mil adesões no ano


"Ao vivenciar um cenário de incertezas, a atividade econômica não deslanchou", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Contudo, o Sistema de Consórcios, que também manteve ritmo de adesões, anotou o terceiro melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, repetindo o alcançado em abril, inclusive com recorde anual de vendas de novas cotas no setor de imóveis. Desse panorama, é possível creditar o crescimento ao comportamento de um consumidor mais consciente sobre a modalidade”.

Ao completar oito meses, o Sistema de Consórcios continuou mostrando resultados positivos nos diversos setores onde está presente. Ao registrar R$ 66,19 bilhões em negócios realizados de janeiro a agosto, 4,3% maior que os R$ 63,47 bilhões do mesmo período do ano passado, reafirmou o interesse do consumidor com adesões que acumularam 1,64 milhão de novas cotas contra as 1,52 milhão anteriores, alta de 7,9%.

A somatória de cotas nesses meses é novamente o maior volume, quando comparada aos acumulados nos mesmos períodos, desde 2014. O destaque em agosto foi a entrada de 211 mil novos consorciados, a terceira maior do ano, repetindo o total de abril, incluindo-se o recorde anual do setor de imóveis, com 25 mil adesões.


O tíquete médio em agosto foi de R$ 43,2 mil, 7,7% inferior aos R$ 46,8 mil apontados no mesmo mês de 2017. Em relação a janeiro de 2018, houve aumento de 12,2% sobre os R$ 38,5 mil.

Com 170 dias úteis passados nos oito primeiros meses, um a mais que os trabalhados há um ano, a média diária das adesões atingiu 9,65 mil, 7,3% mais que as 8,99 mil anteriores. Só nos 23 dias de agosto, quando foram comercializadas 9,2 mil cotas/dia, houve retração de 2% sobre as 9,4 mil/dia em relação ao mesmo mês do ano passado.


Em agosto, o total de participantes ativos alcançou 7,045 milhões, 2,4% maior que os 6,878 milhões do mesmo mês de 2017. O crescimento gradativo tem sido constante nos últimos onze meses: enquanto em outubro último eram 6,860 milhões, atualmente são 7,045 milhões, 2,7% maior.


O acumulado de contemplações de janeiro a agosto de 2018 atingiu 792,6 mil, ou seja, 2% menos que as 808,6 mil anteriores (jan-ago/2017). Os créditos concedidos relativos a esses contemplados, cujo valor pode ter sido potencialmente injetado nos diversos segmentos da economia nacional onde o mecanismo está presente, assinalaram alta de 2,9%. Enquanto em 2017 somaram R$ 26,06 bilhões (jan-ago), neste ano anotaram R$ 26,80 bilhões, evidenciando a importância do mecanismo como propulsor da cadeia produtiva.

Lenta recuperação econômica não impede ritmo de crescimento do consórcio

Durante os oito primeiros meses deste ano, o comportamento da economia brasileira apresentou relativa evolução. No setor industrial, apesar dos 2,5% de crescimento no acumulado até agosto em relação aos mesmos meses de 2017, houve recuo de -0,3% no oitavo mês, depois de já ter registrado -0,1% em julho. Foi a primeira vez, desde o final de 2015, que não ocorriam dois meses seguidos de queda. A expectativa, segundo o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, era que 2018 pudesse trazer maior vigor à recuperação industrial.

Como consequência, não houve grandes investimentos que possibilitassem uma reação maior, provocado pelos baixos níveis de utilização da capacidade instalada, às incertezas políticas, às condições de financiamento, e ainda em razão da paralisação dos caminhoneiros no final de maio.

O Indicador do Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, avançou 4,1% no acumulado em 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018) frente ao mesmo período do ano anterior, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC.
O indicador ficou estável em agosto, na análise mensal dessazonalizada, enquanto, na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior, o varejo encolheu 1,8%.


O desempenho recente do indicador mostra uma diminuição do ritmo de recuperação do varejo, principalmente após a greve dos caminhoneiros. Fatores como alto nível de desocupação e lenta melhora da atividade tem contribuído para a diminuição do consumo em um momento de aumento da incerteza e queda da confiança. Com poucos sinais de melhora no cenário econômico, espera-se que o varejo siga em marcha lenta até o final do ano.

"Ao vivenciar um cenário de incertezas, a atividade econômica não deslanchou", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Contudo, o Sistema de Consórcios, que também manteve ritmo de adesões, anotou o terceiro melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, repetindo o alcançado em abril, inclusive com recorde anual de vendas de novas cotas no setor de imóveis. Desse panorama, é possível creditar o crescimento ao comportamento de um consumidor mais consciente sobre a modalidade, destacando-se maior conhecimento dos conceitos da educação financeira para tomada de decisões em futuros compromissos, dentro dos limites dos orçamentos pessoais ou familiares, visando a aquisição de bens ou contratação de serviços".

No intuito de nortear os consumidores sobre uma melhor gestão de suas finanças pessoais, a ABAC disponibiliza para download, em seu site, www.abac.org.br, a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA", um verdadeiro bê-á-bá da educação financeira, cujo conteúdo está em acordo com as características incentivadas pelo Banco Central em sua Agenda BC+.

"Trata-se de uma publicação digital, com orientações didáticas sobre a importância do controle responsável do orçamento mensal, que possibilitam ao consumidor optar, em várias ocasiões, por compromissos financeiros para aquisição de bens ou contratação de serviços pelo consórcio", finaliza Rossi. Ao partir de três questões básicas: "Quanto ganha? Quanto gasta? Em que gasta?", a cartilha discorre sobre o seu Eu financeiro, procurando mostrar e explicar qual é sua real situação, classificando-o como: investidor, equilibrado financeiramente ou endividado.

Internet também é consultada para adesão

Na pesquisa feita pela Quorum Brasil, a pedido da ABAC, observou-se que os acessos à internet têm sido um dos fatores de conscientização ou esclarecimentos de eventuais dúvidas sobre as características e o funcionamento do Sistema de Consórcios. No momento da decisão, a maioria dos interessados, influenciada pelos familiares e amigos (45%), vendedores e corretores (23%), gerente do banco (3%) e outros (1%), considerou as informações obtidas nos sites de administradoras e de entidades.

Paralelamente, 85% do total pesquisado adiantaram que o fizeram pessoalmente para fechar o negócio, enquanto 7% recorreu ao telefone, 5% on-line e 3% por e-mail.

Ainda no formato virtual, a pesquisa mostrou que somente 38% dos entrevistados, na faixa etária até 29 anos, compraria cota pela internet. O percentual foi gradativamente diminuindo até 20%, quando chegou àqueles que têm 50 anos ou mais.


23.11.18 10:58

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