4-0-3
 
 
Página Inicial  

Pesquisar pelo Site:

Oriente-se
Empresas
Imóveis
Turismo
 
 



 

Negócios com consórcios aproximam-se dos R$100 bilhões

Vendas de novas cotas atingem 2,36 milhões

Contemplações superam um milhão de janeiro a novembro de 2018


“O constante crescimento registrado no Sistema de Consórcios, realçado pelo recorde mensal de adesões em novembro, possibilita garantir que, inicialmente, os números finais de 2018 estarão acima dos de 2017 e que em 2019 devamos ter novamente expansão dos negócios”, projeta Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

As vendas de 249 mil novas cotas em novembro, recorde mensal de 2018, sugere boas perspectivas para este ano De janeiro a novembro do ano passado, o balanço do Sistema de Consórcios novamente apresentou resultados positivos. Ao se aproximar de R$ 100 bilhões, o volume de negócios chegou aos R$ 96,32 bilhões contra R$ 93,31 bilhões (jan-nov/2017) com 3,2% de alta. Trata-se de resultado do acumulado de vendas relativo aos 2,36 milhões de adesões com aumento de 8,3% em comparação às 2,18 milhões no mesmo período de 2017.

De acordo com levantamentos feitos pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, as contemplações atingiram 1,097 milhão na somatória daqueles meses, apesar de retração de 1,4% sobre as 1,113 milhão anteriores.

“A modalidade reafirma sua importância para o consumidor como alternativa planejada e econômica para aquisição de bens, formação de patrimônio ou contratação de serviços, e de projeção das atividades empresariais nos diversos elos da cadeia produtiva”, diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

Paralelamente, os dados mostram que a somatória das vendas nos onze meses de 2018 foi também superior quando relacionada com o mesmo período a partir de 2014. O destaque em novembro foi o recorde mensal do ano com 249 mil adesões advindo diretamente dos recordes mensais observados também em todos os setores: Veículos Leves, Veículos Pesados, Motocicletas, Imóveis, Serviços e Eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.


O tíquete médio em novembro foi de R$ 42,2 mil, 9,4% inferior aos R$ 46,6 mil anotado no mesmo mês de 2017. Todavia, em razão da procura por créditos de valores maiores em diversos setores, observou-se alta de 9,6% daquele tíquete médio sobre o do primeiro mês de 2018, quando era de R$ 38,5 mil.

Com 231 dias úteis decorridos nos onze meses de 2018, um a mais que o total trabalhado um ano antes, a média diária das adesões atingiu 10,2 mil, 7,4% mais que as 9,5 mil anteriores. Só nos 20 dias de novembro, quando foram comercializadas 12,45 mil cotas/dia, houve aumento de 15,8% sobre as 10,75 mil/dia em relação aos mesmos dias do mês de 2017.



No décimo primeiro mês de 2018, com avanços constantes mês após mês, o total de consorciados ativos atingiu 7,077 milhões, 3,1% maior que os 6,863 milhões de novembro de 2017.



A soma das contemplações de janeiro a novembro chegou a 1,097 milhão, isto é, 1,4% menor que as 1,113 milhão anteriores (jan-nov/2017). A retração foi resultado do encerramento de grupos sem a correspondente abertura de novos, em razão da crise vivenciada recentemente. Com a retomada dos negócios, apesar das oscilações, o total mensal de contemplados vem aumentando. A confirmação está nos últimos doze meses [novembro de 2017 a novembro de 2018], especialmente a partir de abril. No período, o crescimento foi de 3,2%.

Os créditos concedidos aos contemplados, cujo valor pode ter sido potencialmente injetado nos diversos segmentos da economia nacional onde a modalidade está presente, mostraram alta de 1,6%: enquanto nos onze meses de 2017 o volume atingiu R$ 36,48 bilhões, no mesmo período de 2018 alcançou R$ 37,06 bilhões, confirmando a forte presença da modalidade como fator de crescimento nas atividades setoriais.



Perspectivas são animadoras

Com expectativa otimista nos diversos segmentos da economia, divulgadas por seus porta-vozes, e considerando especialmente as mensagens do novo presidente do Brasil, o destaque foi o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria, que alcançou 63,8 pontos em dezembro de 2018, o maior valor para o índice desde junho de 2010, quando havia registrado 66 pontos.
O aumento da confiança entre novembro e dezembro foi de 0,6 ponto, mantendo a sequência de crescimentos em meses consecutivos com empresários da maioria dos setores pesquisados registrando um ICEI acima dos 60 pontos.


Também no comércio, a confiança fechou 2018 no maior nível dos últimos cinco anos. Apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) atingiu 115,5 pontos no mês de dezembro. Na comparação com 2017, o avanço foi de 5,7%.

O levantamento da Confederação mostrou ainda que todos os componentes do ICEC registraram variações positivas, com destaque para as expectativas em relação ao desempenho geral da economia.

A pesquisa também revelou que três em cada quatro varejistas pretendem contratar mais funcionários nos próximos meses. Para 2019, a entidade projetou avanço de 5,5% no volume de vendas do varejo.


Com os indicadores econômicos sinalizando tendência de recuperação e consequente crescimento, inclusive com a inflação anual devendo fechar dentro do centro da meta, acredita-se que as perspectivas para 2019 apontam para um cenário promissor.

A confiança do consumidor avançou para o maior nível em mais de quatro anos (desde julho de 2014), apontou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice medido pela instituição subiu 7,1 pontos em novembro, atingindo 93,2 pontos.



Depois de um período de desconfiança, os consumidores voltam a ficar otimistas em relação às perspectivas econômicas do país, às finanças familiares e ao emprego. Mas além de se mostrar ’esperançoso’, o consumidor já se mostra menos insatisfeito com o presente de acordo com a sondagem feita pela FGV.

Considere-se ainda o declínio de endividamento das famílias de 2017 para 2018, retraindo-se de 63% para 59%, incluindo-se a queda do número de pessoas com dívidas em atraso, fatos que sinalizam um comportamento mais consciente em relação à gestão das finanças pessoais.

O consumidor, ao embarcar na onda de otimismo, com perspectivas positivas, poderá focar no planejamento de seus investimentos. Ao se manter a inflação sob controle, os rendimentos estarão preservados e gerarão, por consequência, boas oportunidades para concretização de objetivos pessoais e familiares.

Mesmo com os segmentos industrial e comercial ainda atuando com parcial capacidade instalada – fato que reflete na lenta recuperação dos empregos – outros aspectos balizam situações futuras positivas e diferentes das existentes nos últimos anos.

“O constante crescimento registrado no Sistema de Consórcios, realçado pelo recorde mensal de adesões em novembro, possibilita garantir que, inicialmente, os números finais de 2018 estarão acima dos de 2017 e que em 2019 devamos ter novamente expansão dos negócios”, projeta Rossi.

11.02.19 20:35

Outras Notícias:  
21.02.19 13:28 Bolsonaro pede apoio do Congresso e diz que f...
20.02.19 16:04 Reforma tem que ser aprovada na Câmara e no S...
20.02.19 15:59 As regras de transição previstas na reforma da Previdência
20.02.19 10:22 Bolsonaro entrega a deputados proposta da ref...
20.02.19 10:16 Ford anuncia fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo
19.02.19 09:17 Economia brasileira cresceu 1,1% em 2018, diz FGV
19.02.19 09:13 Exoneração de Bebianno é publicada no Diário ...
18.02.19 10:09 Reforma da Previdência será enviada ao Congresso na quarta
15.02.19 12:41 Atividade econômica cresce 1,15% em 2018
15.02.19 12:36 Governo propõe idade mínima de 65 anos para h...
 
Anterior [1/1123] Próximo
Copyright © Vida Econômica - É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização.
Power by Sistema agencianaweb.com.br