4-0-3
 
 
Página Inicial  

Pesquisar pelo Site:

Oriente-se
Empresas
Imóveis
Turismo
 
 



 

Bolsonaro diz que quer entender custo para reajuste do diesel



Petrobras adiou aumento de 5,7% do combustível

Por causa do adiamento no reajuste, as ações ordinárias (direito a voto) e preferenciais (prioridade na distribuição de dividendos) da Petrobras registravam queda superior a 7% na Bolsa de Valores de São Paulo, na tarde de sexta-feira.

O presidente Jair Bolsonaro questionou o reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel anunciado pela Petrobras. Bolsonaro disse que conversará com a direção da empresa para conhecer melhor a composição de custos do combustível no país. Ele negou qualquer tipo de intervenção do governo na estatal. A petroleira adiou o aumento.

"Eu não vou ser intervencionista, não vou praticar a política que fizeram no passado, mas eu quero os números da Petrobras. Tanto é que na terça-feira convoquei todas da Petrobras para me esclarecer porque 5,7% de reajuste, quando a inflação projetada para este ano está abaixo de cinco. Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês", afirmou em entrevista a jornalistas logo após inaugurar o novo terminal internacional do Aeroporto de Macapá.

O presidente disse que há preocupação com reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros. "E eu estou preocupado com o transporte de carga no Brasil, com os caminhoneiros. São pessoas que realmente movimentam as riquezas de Norte a Sul, de Leste a Oeste, que têm que ser tratadas com o devido carinho e consideração. E nós queremos um preço justo para o óleo diesel", acrescentou.

Sobre o adiamento do reajuste, o vice-presidente Hamilton Mourão julga ser "um fato isolado e justamente pelo momento em que estamos vivendo". "Tenho visto alguns dados da pressão que havia do lado dos caminhoneiros. Bolsonaro está buscando a melhor solução para esse problema”, disse em entrevista à rádio CBN.

Política de preços

Em comunicado à imprensa, a Petrobras informou que, "em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel". A empresa disse ainda que manterá o alinhamento do combustível com o Preço de Paridade Internacional (PPI). Por causa do adiamento no reajuste, as ações ordinárias (direito a voto) e preferenciais (prioridade na distribuição de dividendos) da Petrobras registravam queda superior a 7% na Bolsa de Valores de São Paulo, na tarde de sexta-feira.

No mês passado, a Petrobras havia anunciado que o reajuste no preço do diesel nas refinarias, que corresponde a mais da metade do preço final do produto nas bombas, seria alterado em prazos não inferiores a 15 dias. A medida atendia a uma reclamação dos caminhoneiros contra reajustes semanais no preço do diesel.

Agência Brasil

14.04.19 12:37

Outras Notícias:  
18.04.19 17:37 Censura é ilegítima e autocrática, diz Celso ...
18.04.19 17:29 Ovos de Páscoa estão, em média, 40% mais caro...
17.04.19 15:26 Maioria de queixas contra bancos é sobre ofer...
17.04.19 15:22 Governo não vai manipular preço do diesel, diz Guedes
16.04.19 19:53 Governo destina R$ 2 bi para manutenção e pav...
16.04.19 19:44 Governo anuncia R$ 500 milhões do BNDES para ...
16.04.19 12:29 Consórcios iniciam 2019 em alta superior a 11...
16.04.19 12:26 Inflação na saída das fábricas é de 0,43%, diz IBGE
15.04.19 20:10 Taxa de juros ao consumidor subiu para 118,25...
15.04.19 10:22 Atividade econômica tem queda de 0,73% em fevereiro
 
Anterior [1/1133] Próximo
Copyright © Vida Econômica - É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização.
Power by Sistema agencianaweb.com.br