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Dois estudos indispensáveis: o efeito da Selic nos juros e Poupança X Fundos de Renda Fixa

Nosso âncora Miguel Ribeiro de Oliveira realiza dois estudos indispensáveis para a economia e as finanças pessoais. Um deles é o impacto muito pequeno da Taxa Básica de Juros (Selic) nas taxas de juros das operações de crédito. O outro é o efeito da Selic sobre os Fundos de Renda Fixa versus a poupança.

Para receber a íntegra desses estudos, peça pelo e-mail ideia@vidaeconomica.com.br

Para ter uma ideia, veja um trecho da Introdução do estudo Poupança X Fundos de Renda Fixa

“Frente às reduções continuadas da taxa básica de juros (SELIC), que agora foi mantida em 6,50% ao ano, os Fundos de Renda Fixa continuam perdendo competitividade frente às cadernetas de poupança, principalmente nas aplicações de baixo valor, nas quais os Fundos de Investimento cobram taxas de administração mais elevadas. Assim, a Caderneta de poupança vai continuar sendo uma excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano, conforme demonstraremos.

Tal fato ocorre uma vez que a caderneta de poupança tem seu ganho garantido por lei (TR + 6,17% ao ano) e não sofre qualquer tributação diferentemente dos fundos de renda fixa que possuem tributação do imposto de renda sobre seus rendimentos, sendo maior esta tributação quanto menor for o prazo de seu resgate além de ter a cobrança da taxa de administração cobrada pelos bancos.

Tendo em vista a Taxa Básica de Juros (Selic) ter a partir de agora atingido um percentual de 6,50% ao ano, o rendimento da poupança antiga e da poupança nova passam a ter a partir de agora o seu rendimento alterado de TR + 6,17% ao ano para um rendimento de 70% da Taxa Básica de Juros (SELIC) mais a variação da TR.

Para efeito de comparação, consideramos os seguintes cenários:

• Aplicações com prazo de resgate até 6 meses com a alíquota do IR de 22,50%;

• Aplicações com prazo de resgate entre 6 meses e 1 ano com a alíquota do IR de 20,00%;

• Aplicações com prazo de resgate entre 1 ano e 2 anos com a alíquota do IR de 17,50%;

• Aplicações com prazo de resgate acima de 2 anos com a alíquota de IR de 15,00%.

Foi considerado igualmente custo da taxa de administração cobrada pelos bancos entre 0,50% ao ano até 3,00% ao ano (padrão utilizado no sistema financeiro).

Como podemos ver nas tabelas abaixo seja a Poupança antiga como a nova poupança passam a ter a partir de agora o seu rendimento atrelado a 70% da Taxa Básica de Juros (SELIC) mais a variação da TR (Taxa Referencial) e já ganha dos fundos na maioria das situações, sendo que quanto menor o prazo de resgate da aplicação, bem como quanto maior for a taxa de administração cobrada pelo banco, maior vai ser a vantagem da poupança frente aos fundos.

Com a Selic atual a poupança perde para os Fundos cujas taxas de administração sejam inferiores a 1% ao ano.

Receba a íntegra desse estudo e da análise sobre o efeito da Selic nas operações de crédito, encaminhando e-mail para ideia@vidaeconomica.com.br

14.05.19 11:32

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