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É possível negociar cotas contempladas com segurança

De janeiro a julho, consórcios registram avanço de quase 15% nas vendas de novas cotas e mais de 26% nos contratos comercializados provocando ampliação do total de participantes ativos

É possível vender, comprar ou transferir cotas contempladas com segurança


Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios

O objetivo do participante do Sistema de Consórcios é a aquisição do bem ou da contratação do serviço desejado. O planejamento a médio e longo prazos, feito conscientemente pelo consorciado de acordo com a essência da educação financeira, inclui desde a certeza do adimplemento dos compromissos mensais ajustados ao orçamento pessoal, familiar ou empresarial até a transformação dessa aplicação em patrimônio. Prazos mais longos, poder de compra à vista, custos adequados são algumas das características e vantagens da modalidade que o consumidor usufrui como participante do grupo.

Cientes que veículos, imóveis ou equipamentos são resultados de tais investimentos, vale pontuar que, cada bem, dentro da finalidade estabelecida pelo consorciado após contemplação, pode ser instrumento gerador de renda ou, caso haja interesse, o crédito poderá ser negociado ou transferido para terceiros.

"Muito tem sido falado sobre compra e venda de cotas contempladas", explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Contudo, por se tratar de um direito e de um patrimônio conquistado, o participante de um grupo, cuja cota tenha sido contemplada por sorteio ou lance em assembleia geral ordinária, pode transferir o seu contrato, a qualquer momento, para outro consumidor interessado na compra, desde que autorizado pela administradora. O importante é seguir as recomendações para concretização de um negócio seguro".

Inicialmente, é necessário verificar se o contrato que está sendo transferido é administrado por uma empresa de consórcio devidamente autorizada a operar pelo Banco Central do Brasil, consultando o site daquele órgão: www.bcb.gov.br.

Na sequência, o interessado deverá examinar documentos que comprovem a contemplação da cota como a ata da assembleia geral ordinária que registra sua regularidade. Também é importante averiguar os pagamentos de prestações anteriores, antes e depois da contemplação por meio do extrato da cota, inclusive a cópia do contrato assinado à época da adesão pelo consorciado vendedor, junto com eventuais alterações ocorridas no período fornecidas pela administradora, a fim de ratificar as condições vigentes.

Por fim, estando tudo em ordem, resta confirmar o valor do crédito na data da assembleia, bem como dos rendimentos financeiros obtidos até a data do negócio.


A transferência de uma cota, esteja ela contemplada ou não, só acontece após a autorização da administradora e assinatura do termo de cessão do contrato, já que a empresa de consórcio, como gestora dos interesses do grupo, deverá verificar a capacidade financeira do futuro consorciado.

"Portanto", completa Rossi, "comprar, vender ou transferir uma cota contemplada é seguro quando observados os princípios corretos de negociação, a exemplo de quaisquer patrimônios, sem se deixar levar por promessas verbais não constantes do contrato, sempre com aprovação da administradora".

Crescimento dos consórcios no sétimo mês do ano

Ao completar sete meses do ano, o Sistema de Consórcios fechou o volume de negócios realizados em R$ 72,32 bilhões, 26,70% acima dos R$ 57,08 bilhões do mesmo período do ano passado. Tratam-se de volumes relativos à comercialização de 1,64 milhão de novas cotas (jan-jul/2019), 14,69% superiores às 1,43 milhão anteriores (jan-jul/2018). O tíquete médio de julho último foi de R$ 46,06 mil,12,20% mais que os R$ 41,05 mil daquele mês, no ano passado.


O acumulado de contemplações, momento dos consorciados realizarem seus objetivos, totalizou 704,33 mil (jan-jul/2019), 1,48% maior que as 694,07 mil (jan-jul/2018). Os correspondentes créditos concedidos no período de janeiro a julho deste ano aumentaram 3,11% sobre o mesmo período de 2018, subindo de R$ 23,45 bilhões para R$ 24,18 bilhões.


Para o presidente executivo da ABAC, "o segmento dos consórcios vem apresentando demanda crescente, já observada nos meses anteriores, evidenciando maturidade dos consumidores em suas futuras aquisições, ao buscar no mecanismo a melhor forma de realizar seus objetivos em bens e serviços. Com planejamento e consciência para assumir novos compromissos financeiros, adequando o pagamento das parcelas em seus orçamentos, os interessados têm, muitas vezes, optado pelo consórcio, provocando resultados bastante expressivos nas adesões e no volume de créditos comercializados".


Adesões, novo recorde nos últimos cinco anos

Nos sete primeiros meses dos últimos cinco anos, os dados acumulados anotaram avanços significativos nas vendas de novas cotas, apontando 1,64 milhão, mais um recorde para este ano. De 2016 para 2019, observou-se um crescimento de 36,67%. Se considerado desde 2015, o aumento foi de 20,59%.


7,32 milhões de participantes

No mês de julho, o Sistema de Consórcios alcançou 7,32 milhões de participantes ativos, 4,13% acima dos 7,03 milhões atingidos naquele mesmo mês de 2018.

O maior número de consorciados ativos esteve em Veículos Leves com 50,96%. Na sequência vieram: Motocicletas e Motonetas, com 29,51%, Imóveis, com 12,99%, Veículos Pesados, com 4,40%, Serviços, com 1,33%, e Eletroeletrônicos e Outros Bens Móveis duráveis, com 0,81%.






22.09.19 19:15

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