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Brasileiros de menor renda estão viajando mais pelo país, diz pesquisa

Roberta Lopes
da Agência Brasil

Brasília - O número de brasileiros que fizeram viagens nos últimos dois anos aumentou 83%, em relação ao total registrado entre 2005 e 2007. Segundo o ministro do Turismo, Luiz Barretto, esse crescimento ocorreu pela maior participação no consumo de pessoas das classes C e D, de menor renda. O levantamento foi elaborado pelo Instituto Vox Populi, com 2.322 entrevistados, entre os dias 17 de junho e 7 de julho.

O percentual de pessoas que tinham viajado nos últimos dois anos subiu dos 32% em 2007 para o atuais 58,8%. “Hoje temos uma nova classe média, que estava fora do mercado consumidor. Hoje não é mais só a classe A e B, a chamada classe média. Temos agora pessoas que aumentaram a renda e agora viajam”, afirmou.

O aumento de renda é reflexo do maior crescimento da economia brasileira nos últimos anos, sobretudo em 2007, e das melhorias no mercado de trabalho.

Segundo a pesquisa, 35,5% das pessoas que viajaram nos últimos dois anos ganham até cinco salários mínimos e 61,1%, até dez salários mínimos. Os entrevistados com ganho acima de dez salários mínimos representaram 38,9% do total. O meio de transporte mais usado são os carros (41,8%), seguidos pelos aviões (33,5%) e ônibus (23,8%).

Entre os destinos preferidos, 64,9% escolhem as cidades de praia, principalmente as da Região Nordeste. A Bahia é o destino preferido por 11,6% dos entrevistados. Os estados do Sudeste são a opção de 30,3% de quem viaja, sendo São Paulo o mais procurado (10,9%).

Outro dado importante é que 63,2% pagam à vista os custos das viagens, enquanto 36,8% preferem pagar a prazo. A pesquisa também informa que a maioria (78,3%) disse que faz a viagem por conta própria.

Crescimento da economia em 2007 foi o maior em 23 anos

Isabela Vieira
da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 6,1% em 2007 em relação ao ano 2006, alcançando a maior expansão em 23 anos. O maior percentual era de1986, quando teve a economia avançou 7,5%. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou a revisão do PIB, calculado preliminarmente em 5,7%.

Com a revisão, o PIB alcançou R$ 2,661 trilhões em valores correntes. A principal contribuição para o crescimento veio do consumo das famílias (6,3%) e dos gastos dos governos (5,1%). O taxa de investimentos das empresas (máquinas, novas unidades) passou a representar 17,4% do PIB, acima dos 16,4% de 2006.

Os dados refletem o bom momento da economia no período anterior à crise internacional de 2008, que provocou uma forte freada no crescimento do PIB brasileiro. O coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Roberto Olinto, disse que os dados agora são definitivos e incorporam pesquisas consolidadas dos núimeros da economia do país. “Fizemos uma revisão em tudo. Não tem como apontar um único fator”, esclareceu.

Entre as famílias, as despesas foram influenciadas pelo aumento da formalização do trabalho, dos salários e do acesso ao crédito. Os governos, por sua vez, se beneficiaram da expansão da arrecadação de impostos.

Houve aumento de 1,6% da ocupação no mercado de trabalho entre 2006 e 2007, o que representou 1,5 milhão de novos empregos. A remuneração dos trabalhadores teve alta de 13,1%.

Na revisão, o setor de serviços que inclui o comércio e responde por dois terços do PIB teve o valor de participação corrigido de 5,4% para 6,1%. A indústria, puxada pela atividade de transformação, avançou de 4,7% para 5,3%. Por outro lado, a agropecuária teve os dados revisados para baixo, marcando recuo de 5,9% da estimativa preliminar para 4,8%.

Segundo o IBGE, a agropecuária representou 5,6% da economia do país em 2007 e registrou um crescimento menor na lavoura do algodão, de cana de açúcar e criação de bovinos. Influenciou positivamente o acréscimo de 22,2% na produção de milho.


05.11.09 10:19

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