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Apesar da crise, consórcios de máquinas e implementos agrícolas aumentam 40% em dois anos

Passados doze meses, a taxa média de administração dos grupos cai para 0,110% ao mês


Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os bons resultados da modalidade no agronegócio apontam que produtores e empresários do setor continuam prestigiando o planejamento, via consórcio, para aquisição de máquinas e implementos agrícolas".

O mais recente levantamento realizado pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, feito a partir dos dados fornecidos pelas administradoras associadas que atuam no setor de máquinas e implementos agrícolas, inserido no segmento de veículos pesados, apontou crescimento no volume de participantes ativos nos últimos dois anos.

A análise dessa evolução mostrou aumento de 40% no total de consorciados ativos consolidados, na relação entre o resultado de agosto deste ano e o de 2014. Enquanto há dois anos eram 62,9 mil consorciados, em 2016 registrou-se 88 mil. Esse crescimento, apesar da crise político-econômica instalada no período, mostrou que os consórcios são importantes e estão cada vez mais presentes no agronegócio.


No último ano, retrospecto positivo

Com créditos variando, em sua maioria, de R$ 73,5 mil a R$ 618,9 mil somente no último ano, verificou-se que mais 12,8% participantes utilizaram o mecanismo como forma planejada e econômica para adquirir equipamentos móveis e fixos com mais tecnologia embarcada e que proporcionassem melhores resultados.

Notou-se ainda que parcela significativa dos contemplados adquiriu implementos agrícolas/rodoviários (37,3%). Os tratores de roda e esteira, bem como as retroescavadeiras, ficaram com 27,3%, as colheitadeiras foram 22,6% e os cultivadores motorizados somaram 12,8%.
Com grupos variando de 100 a 150 meses e média de 118, a taxa média mensal de administração ficou em 0,110% (agosto de 2016), inferior ao 0,125% de doze meses antes (agosto de 2015). Já o crédito médio totalizou R$ 222,4 mil.



Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os bons resultados da modalidade no agronegócio apontam que produtores e empresários do setor continuam prestigiando o planejamento, via consórcio, para aquisição de máquinas e implementos agrícolas. Por isso, mesmo com a situação econômica brasileira desfavorável, em contraponto com a agricultura e pecuária em crescimento, é fundamental que a modalidade continue fazendo parte do agronegócio e contribua, de forma significativa, para a alavancagem dos negócios face às suas características principais como custos baixos, prazos longos e diversidade nas formas de pagamento".

Pagamenos acessíveis com prazos variados

Os diversos tipos de plantios, como grãos (soja, milho, arroz) com 58,1%, cana de açúcar com 12,3%, café com 4,8%, frutas 3,4%, serviços gerais com 1,7% e florestal com 1,2%, fizeram com que tanto a mono como a policultura no agronegócio se constituíssem em boas oportunidades para que os consórcios tivessem presença ainda maior entre aqueles que desejam crescer e desenvolver cultivos rotativos. Some-se ainda a agropecuária, com gado de corte e leiteiro, com 18,5%.

As formas de pagamento de suas parcelas continuaram sendo diferenciais positivos:
1 - Pagamentos normais;
2 - Pagamentos por safra - pagamentos anuais;
3 - Pagamentos por safra - adiantamentos - pagamento trimestral ou semestral;
4 - Meia parcela (reforço trimestral ou semestral).

Em julho último, havia 278,5 mil consorciados ativos no setor de veículos pesados, dos quais 31,6% tinham como objetivo adquirir bens vinculados ao agronegócio. As atitudes de planejamento a médio e longo prazos, práticas básicas da agricultura, levaram o produtor rural ou empresas do setor a integrar tecnologia embarcada com mecanismos de autofinanciamento como o consórcio. O objetivo foi conseguir reduzir custos finais capazes de agregar lucratividade e de obter resultados competitivos ao participar dos mercados externo ou interno.

09.10.16 12:39

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